Descobri a Emmy Curl em 2011 com  a sua versão dos Cayman Island dos Kings of Convenience. Nascida nos anos 90 em Vila Real e com uma voz que me parece longe daqui, na altura disse que “esta miúda ia longe” e mesmo num processo que se move lento, ontem tive a alegria de a conhecer ao vivo, no terraço do The Decadente, na estreia dos concertos do Páteo Super Bock Super Rock.

Com apenas 22 anos, esta menina meio ninfa, meio fada, com movimento que não parece deste planeta transpira uma enorme humildade. As suas linhas cosem-se ligadas à sua essência, que nunca desistiu dos seus sonhos. E atrevo-me a escrever que o seu raro talento, encaixa bem, com a melhor parte da transformação humana, que hoje se vive em Portugal.

Há muito que a queria ver ao vivo e o seu concerto estava marcado para as 16h, para a estreia dos concertos de domingo do The Decadente Ainda não é segunda-feira. E lá estava eu em pulgas, para finalmente a ouvir ao vivo.

As últimas semanas frágeis e desafiantes queriam muito este momento, e o primeiro dia destes concertos pregaram-me uma partida, com as horas de atraso do concerto do páteo que afina ainda agulhas. E por isso ainda não foi desta, mas na vida “nunca porquê, mas para quê”. E se o concerto começou mais tarde e sem a minha presença, ganhei a perda para um concerto em Aveiro onde a Emmy me vai dar a conhecer cidade onde habita.

Por isso, fiquem atentos e no entretanto, deixo-vos em baixo, a voz da Emmy em músicas que gosto e oiço muitas vezes, assim como o video do seu primeiro disco a solo, “Song of Origin”.

Para explorar em Aveiro, com direito a entrevista a magia desta menina tão simples e irreverente que o mundo vai um dia descobrir como merece. Mais aqui e aqui.





esta plataforma Atlântica no facebook está aqui