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já era tempo de falar da plataforma. esta plataforma que foi –  durante muito anos  – blogue que acompanhámos (aqui e aqui) e passeio quotidiano ao jeito sublime e verdadeiro da ponta dos seus dedos. no novo formato, a autora expõe-se mais, provoca mais, ousa mais. transcende-se. promete fazer cair o carmo, quando lhe oferecerem centros comerciais, cantos de lisboa e do mundo mal aproveitados, projectos sem verdade e sem bairro. mas nunca a trindade, o jeito e a entrega.
o blogue saiu, assim, das nossas mãos e da nossa rotina para, em formato de plataforma atlântica, abraçar e ser encontrado pelo mundo inteiro. passa a ser marca da (nossa) lisboa e de outros passos que dará ao encontro do que procura: (achamos nós) as pessoas. todas aquelas que se cruzam com ela, todas aquelas que – bem ou mal – a tocam, todas aquelas que encham as cidades que preenchem a sua vida, com poesia e interesse.
ontem li que a time out apelidou a sancha de “lisboeta profissional“, ora, não poderia ter sido melhor aplicado e que excelente profissão. com a plataforma, vê-la-emos partir de lisboa (sempre sua e inteira) e lançar-se livremente ao mundo, ao (nosso) porto (a parte da nossa coimbra) e a tantas outras moradas que serão dela, e porque ela o quer, também nossas.

post publicado por Diogo Graça, a minha aldeia a  18 de julho aqui