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Quando penso no mar penso em Portugal, penso no meu país e na maneira como ele se deveria vender. Por isso achei esta exposição um estímulo à reflexão: ‘De facto, a relação do homem com o mar formou sociedades e civilizações, mecanismo de desenvolvimento material e de pensamento simbólico no Ocidente, desde a Idade Média. O tempo dos sete mares fechados definidos na Antiguidade evolui lentamente até à Idade Contemporânea, a do mar aberto, a da globalização. Contudo, mais do que explanar uma história das relações que as sociedades ocidentais estabeleceram com o mar ao longo destes séculos, procura-se identificar as matrizes do seu imaginário através da pintura dos diferentes territórios e épocas.’

Com parceria com o Museu D’Orsay, exposição apresenta obras divididas em seis núcleos estruturados: diacronia e diversidade geográfica, segundo eixos temáticos, identificando momentos metafóricos da vida do homem e do mundo. Uma inspiração agora em tempo de Inverno, o mesmo tempo em que devemos refeltir sobre a importância do mar na nossa Marca, tema que deixarei para outra conversa.

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