Já sabem a paixão que tenho pelo Palácio Belmonte. Não fosse a idílica morada que lançou o esta plataforma, tenho assim uma admiração enorme pela Maria e pelo Frederic Coustouls que recuperaram com detalhes maravilhosos este cartão de visita de Lisboa. Se eu pudesse escolher um palácio para viver era certamente este, pela vista, pela beleza mas sobretudo por ter sido palco do Lisbon Story de Wim Wenders.

You will know already how passionate I am about the Palácio Belmonte. Beyond the fact that this idyllic dwelling was the venue for the launch of this platform, I have a great admiration for Maria and Frederic Coustouls, who together have restored this wonderful Lisbon calling card in extraordinary detail. If I could choose a palace to live in, it would most certainly the Palácio Belmonte – for the view, for its beauty and for being the setting for Wim Wenders’ Lisbon Story.

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Sempre visionários e muito sensíveis aos temas de arte e cultura, na minha opinião, o veludo da alma imprescindível à civilidade de um povo, a Maria e o Frederic costumam convidar artistas a habitar o palácio e sempre que há a aquisição de uma nova peça, abrem as portas a quem queira respirar a sua especial curadoria. Amanhã é um desses dias, em que o Palácio apresenta as suas mais recentes aquisições de arte, da Zoya Mohajeri Aval.

Ever the visionaries and in my view, always very sensitive to the themes of art and culture – the velvet of the soul essential to the civility of a people – Maria and Frederic usually invite artists to inhabit the palace and whenever there is the acquisition of a new piece, they open the doors to those who want to breathe their special curatorship. October the 11th was one of those days, in which the Palace presented its latest acquisitions of art, the Zoya Mohajeri Aval.

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Nascida em 1974 em uma província ocidental do Irão, Zoya começou a estudar arte no Cube Atelye em 1992. A artista estudou artes plásticas na Art and Architecture Azad University em Terhran tendo terminado o mestrado em 2001. Considerada uma pintora poeta pela sua coleção ‘O movimento da ordem em desordem’, onde usava papeis negros como tela. Membro da Associação de pintores iranianos em 2000, realizou três exposições individuais e mais de quinze exposições coletivas, entre 2000 e 2009, no Irão e no  Mundo. Depois de ter vivido na Suécia, para estudar Democracia e Direitos Humanos na Universidade de Umea, sentiu puxada para o sudoeste da Europa no final de 2011, estabelecendo-se agora em Portugal. Nas suas palavras, ‘

“I am only a painter, and I have nothing more to tell you. But you tell me if you have something to tell me. Tell me, you might open a door.” Para descobrir amanahã no Palácio Belmonte a partir das 19h.

Born in 1974 in a western province of Iran, Zoya began studying art at Cube Atelye in 1992. The artist studied fine arts at Azad Art and Architecture University in Tehran having completed a master’s degree in 2001. Considered a poet painter for the ‘The Movement of the order in disorder’ collection, where black paper was used as canvas. A member of the Association of Iranian Painters in 2000, the artist held three solo exhibitions and more than fifteen collective exhibitions between 2000 and 2009 in Iran and in the World. After living in Sweden to study Democracy and Human Rights at the University of Umea, the artist was drawn to southwestern Europe at the end of 2011, and is now established in Portugal. In Zoya´s words, “I am only a painter, and I have nothing more to tell you. But you tell me if you have something to tell me. Tell me, you might open the door. ” Discover all this at the Palácio Belmonte as of 7pm on the 11th October.

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